Depois da nossa primeira
quadra de resenhas e uma semana de ressaca do ótimo Monsters of Rock, voltamos
a ativa com tudo nesta nova sequencia temática do Som a Mesa.
E o tema para esta segunda rodada são os "segundos discos". Se o primeiro disco de uma banda muitas vezes vem cheio de ideias que precisam de amadurecimento, no segundo, normalmente já é possível perceber quais direções musicais o grupo irá seguir. E com objetivo de avaliar este "amadurecimento" este foi o tema escolhido por nossos colaboradores para esta sequência. Não necessariamente cada colaborador escolherá a continuação do disco que resenhou anteriormente... mas é exatamente isto que EU vou fazer:
Jethro Tull - Stand Up (1969) Eu escolho você!!!
Motivos não faltam para a escolha deste petardo. A começar por ser um dos meus discos favoritos dentro da extensa e altamente qualificada discografia da banda. Além disso, as mudanças e evoluções musicais em relação ao disco anterior são notáveis e as músicas são recheadas de curiosidades dignas de serem debulhadas durante a semana.
E o tema para esta segunda rodada são os "segundos discos". Se o primeiro disco de uma banda muitas vezes vem cheio de ideias que precisam de amadurecimento, no segundo, normalmente já é possível perceber quais direções musicais o grupo irá seguir. E com objetivo de avaliar este "amadurecimento" este foi o tema escolhido por nossos colaboradores para esta sequência. Não necessariamente cada colaborador escolherá a continuação do disco que resenhou anteriormente... mas é exatamente isto que EU vou fazer:
Jethro Tull - Stand Up (1969) Eu escolho você!!!
Motivos não faltam para a escolha deste petardo. A começar por ser um dos meus discos favoritos dentro da extensa e altamente qualificada discografia da banda. Além disso, as mudanças e evoluções musicais em relação ao disco anterior são notáveis e as músicas são recheadas de curiosidades dignas de serem debulhadas durante a semana.
Track List
- Side one
| No. | Title | Length | |
|---|---|---|---|
| 1. | "A New Day Yesterday" | 4:10 | |
| 2. | "Jeffrey Goes to Leicester Square" | 2:12 | |
| 3. | "Bourée" (instrumental, J. S. Bach arr. Anderson) | 3:46 | |
| 4. | "Back to the Family" | 3:48 | |
| 5. | "Look into the Sun" | 4:20 |
- Side two
| No. | Title | Length | |
|---|---|---|---|
| 6. | "Nothing is Easy" | 4:25 | |
| 7. | "Fat Man" | 2:52 | |
| 8. | "We Used to Know" | 4:00 | |
| 9. | "Reasons for Waiting" | 4:05 | |
| 10. | "For a Thousand Mothers" | 4:13 * from wikipedia.com |
Ian Anderson - Voz, flauta, violão, orgão hammond, piano, mandolin, orgão de boca e balalaika
Martin Lancelot Barre - Guitarra, flauta em Jeffrey Goes to Leicester Square e Reasons for Waiting
Glenn Cornick -baixo
Clive Bunker - Bateria
Glenn Cornick -baixo
Clive Bunker - Bateria
Musicos & Performances adicionais
Andy Johns - Baixo em Look into the sun e engenheiro de som em todo álbum
David Palmer - Arranjos de cordas
Terry Ellis - Produção e arte
James Grashow - Arte da capa
O momento da banda
Como mencionado na resenha do disco anterior, This Was, o guitarrista Mick Abrahamns havia deixado a banda devido a diferenças musicais com Ian Anderson. Para seu lugar, foi escolhido Tomy Iommi (um cara de bigode que tocava em uma banda chamada Earth que logo mudaria seu nome para Black Sabbath) que acabou tendo uma passagem meteórica pela banda, abandonando logo depois de ter assumido, alegando se sentir desconfortável dentro do grupo (ou seria com a sonoridade?). O então segundo colocado da lista de substitutos, Martin Lancelot Barre, foi convocado e caiu como uma luva dentro do estilo do Jethro Tull. Mr Lancelot se tornou o mais duradouro parceiro de Ian Anderson até o recém proclamado final da banda.
Andy Johns - Baixo em Look into the sun e engenheiro de som em todo álbum
David Palmer - Arranjos de cordas
Terry Ellis - Produção e arte
James Grashow - Arte da capa
O momento da banda
Como mencionado na resenha do disco anterior, This Was, o guitarrista Mick Abrahamns havia deixado a banda devido a diferenças musicais com Ian Anderson. Para seu lugar, foi escolhido Tomy Iommi (um cara de bigode que tocava em uma banda chamada Earth que logo mudaria seu nome para Black Sabbath) que acabou tendo uma passagem meteórica pela banda, abandonando logo depois de ter assumido, alegando se sentir desconfortável dentro do grupo (ou seria com a sonoridade?). O então segundo colocado da lista de substitutos, Martin Lancelot Barre, foi convocado e caiu como uma luva dentro do estilo do Jethro Tull. Mr Lancelot se tornou o mais duradouro parceiro de Ian Anderson até o recém proclamado final da banda.
| Glenn Cornick, Clive Bunker, Martin Barre, e Ian Anderson |
Com Abrahamns fora, Stand Up marca o inicio do dominio de Ian Anderson sobre as composições e letras da banda, tendo liberdade para finalmente dar vazão as várias idéias que pretendia explorar. E foi exatamente isto que Ian fez. Não se prendendo a nenhum estilo especifico, Stand Up nos brinda com doses de qualidade de rock, blues, jazz, folk, progressivo e até arranjos ligados a musica oriental. Este álbum, mesmo sendo apenas o segundo do que viria a ser uma longa carreira, é uma sintese do que fez a banda durante sua existência. Não se prendendo a rotulos e paradigmas, mas apenas a qualidade da música em si. É a prova derradeira de que Ian Anderson estava certo ao afirmar que enquanto uma banda de blues, estariam limitando sua própria criatividade.
Gravação
A banda iniciou as gravações do disco em 17 de abril de 1969, no Morgan Studios no norte de Londres, e lá gravaram a maior parte das músicas como A New Day Yesterday, Back to the Family e Fat Man. Mas também foi necessário a utilização do Olympic Studio, no sul de Londres, devido a um problema com a agenda do primeiro. A faixa instrumental Bouree foi gravada neste segundo e levou diversos takes para que a banda finalmente ficasse satisfeita com o resultado. A gravação do álbum também foi marcada pelas experiências envolvendo técnicas de gravação, principalmente por parte do engenheiro de som Andy Johns.
Critica
Ao ser lançado, o álbum foi muito bem recebido por público e critica. A Rolling Stone elogiou o trabalho e cravou "merece uma audição meticulosa". E cá estamos nós reforçando este coro 46 anos depois.
Capa
Ao contrário da foto tosca que faz a capa de This Was, Stand Up tem uma capa marcante, original e bela.
A história desta capa começa durante uma tour da banda por Connecticut, onde a banda conheceu o escultor e entalhador James Grashow, que seguiu a banda durante uma semana a fim de representar a banda através da arte em madeira. O resultado pode ser visto na capa do disco, e também no gate fold da versão original em vinil que possuia uma ilustração impressa em formato de pop-up (daqueles que levantam quando você abre o livro, no melhor estilo livro infantil) evocando ao titulo do álbum (STAND UP). Uma capa tão bela e original quanto o recheio.... digna sem dúvida.
Músicas
A New Day Yesterday
Stand Up começa exatamente onde This Was terminou, com esta faixa que é a mais blues de todo o álbum. Com um arranjo mais trabalhado e um andamento mais despojado que as musicas do disco anterior, já da para sentir um certo frescor na atmosfera deste som em relação aos blues do debut da banda.
Stand Up começa exatamente onde This Was terminou, com esta faixa que é a mais blues de todo o álbum. Com um arranjo mais trabalhado e um andamento mais despojado que as musicas do disco anterior, já da para sentir um certo frescor na atmosfera deste som em relação aos blues do debut da banda.
Jeffrey Goes to Leicester Square
Mais uma homenagem a Jeffrey Hammond, colega de escola de Ian Anderson e
que viria a ser baixista da banda no futuro. A exemplo da homenagem anterior,
"A Song For Jeffrey", esta também conta com arranjos inusitados e
neste caso até mesmo de dificil assimilação. Não alcançou o sucesso da primeira
homenagem comercialmente falando mas é uma bela música. Algumas audições são
necessárias para perceber a beleza nas suas formas e alternâncias de ritmo.
Bourée
Talvez a mais famosa peça instrumental da banda é uma versão jazz em flauta para a obra do compositor Johann Sebastian Bach. Sem duvida uma das minhas músicas favoritas do Tull, nesta versão original ainda conta com um belo e breve solo de baixo com muito swing que faz todo diferencial. Esta música levou tempo considerável para ser gravada, sendo necessário diversos takes até que um finalmente agradasse. Mesmo assim, Ian Anderson ainda fez acréscimos e mudanças antes de finalmente coloca-la no disco. Tanto trabalho certamente valeu a pena.
Back To The Family
Onde o progressivo realmente dá as caras, Back To The Family começa com um dedilhado lento e várias mudanças de ritmo com um ótimo refrão e solo além da característica flauta de Anderson. A letra contém referências ao relacionamento entre Ian Anderson e seus pais, assim como em For a Thousand Mothers e posteriormente no disco seguinte, "Benefit". Uma das melhores músicas do disco.
Bourée
Talvez a mais famosa peça instrumental da banda é uma versão jazz em flauta para a obra do compositor Johann Sebastian Bach. Sem duvida uma das minhas músicas favoritas do Tull, nesta versão original ainda conta com um belo e breve solo de baixo com muito swing que faz todo diferencial. Esta música levou tempo considerável para ser gravada, sendo necessário diversos takes até que um finalmente agradasse. Mesmo assim, Ian Anderson ainda fez acréscimos e mudanças antes de finalmente coloca-la no disco. Tanto trabalho certamente valeu a pena.
Back To The Family
Onde o progressivo realmente dá as caras, Back To The Family começa com um dedilhado lento e várias mudanças de ritmo com um ótimo refrão e solo além da característica flauta de Anderson. A letra contém referências ao relacionamento entre Ian Anderson e seus pais, assim como em For a Thousand Mothers e posteriormente no disco seguinte, "Benefit". Uma das melhores músicas do disco.
Look Into The Sun
Uma faixa semi acústica, lenta, gostosa e relaxante. Fácil de se
imaginar ouvindo enquanto se assiste ao por do sol no campo.
Nothing Is Easy
Talvez a música mais marcante e lembrada deste álbum, junto a Bourée. Nothing is Easy tem um refrão simples e poderoso e uma guitarra que marca presença junto a flauta. Dentro do universo Jethro Tull, é o que se pode chamar de uma música simples e de fácil assimilação para as massas (se é que exista mesmo algo assim dentro da discografia da banda). Mas não se engane. Tudo o que torna o Jethro único esta nesta música e não é toa que se trata de um dos maiores clássicos.
Talvez a música mais marcante e lembrada deste álbum, junto a Bourée. Nothing is Easy tem um refrão simples e poderoso e uma guitarra que marca presença junto a flauta. Dentro do universo Jethro Tull, é o que se pode chamar de uma música simples e de fácil assimilação para as massas (se é que exista mesmo algo assim dentro da discografia da banda). Mas não se engane. Tudo o que torna o Jethro único esta nesta música e não é toa que se trata de um dos maiores clássicos.
Fat Man
A musica mais fora do lugar comum de todo disco, prova que Ian
Anderson estava pouco se importando com rotulos ou estilos. O uso do mandolin
(uma das primeiras vezes que o instrumento foi usado por uma banda de rock) da
um clima totalmente diferente que contrasta com a letra que a primeira
vista parece simples e despojada (mas será mesmo?).
We used to know
Musica que fala dos tempos dificeis da vida antes do reconhecimento
do Jethro Tull. A musica decorre como se Ian Anderson contasse uma historia
triste de tempos remotos e a guitarra de Martin Lancelot Barre torna toda a
atmosfera da mais bela e ao mesmo tempo pitoresca. Sem duvida o momento no qual
o novo guitarrista mais se destaca em todo disco.
Reasons for Waiting
A faixa começa com uma base de violão e flauta com clima sereno,
dando lugar a voz de Ian Anderson e um "refrão" feito por flauta que
da um toque de tensão a narrativa, que volta a serenidade logo a seguir. Bela
música, com arranjos de cordas e muita personalidade.
For Thousand Mothers
A musica já começa com um belo pé na bunda com guitarra,
bateria, baixo, flauta e Ian cantando com presença. Se trata da música mais
densa e pesada do disco, com um andamento acelerado e viradas bem colocadas. Um
petardo que fecha com presença marcante esta obra prima.
Conclusões Gerais
Mais um ótimo disco de uma ótima banda, que definitivamente não
limita sua capacidade criativa.
Se você é familiarizado com Jethro Tull e nunca ouviu, irá gostar logo de cara, mas recomendo umas três ou quatro audições para de fato entende-lo. Se não conhece a banda este é uma boa pedida para começar a conhecer e entender o som do grupo, mas é necessária uma audição não apenas atenta mas também livre de preconceitos... ouça de mente aberta. Se conhece a banda e o disco, ótima oportunidade para dar o play por umas três vezes esta semana e compartilhar conosco suas opiniões.
Se você é familiarizado com Jethro Tull e nunca ouviu, irá gostar logo de cara, mas recomendo umas três ou quatro audições para de fato entende-lo. Se não conhece a banda este é uma boa pedida para começar a conhecer e entender o som do grupo, mas é necessária uma audição não apenas atenta mas também livre de preconceitos... ouça de mente aberta. Se conhece a banda e o disco, ótima oportunidade para dar o play por umas três vezes esta semana e compartilhar conosco suas opiniões.
Músicas favoritas: Bourée, Back to the
family e Nothing is Easy.
Obs: as versões remasterizadas do álbum trazem algumas músicas
extras como Sweet dreams e Driving song. Recomendo a audição.
Opinião - Fabio Henrique Calderone
Um dos meus preferidos do Tull (senão “O” preferido, ao lado dos outros 2 discos dessa fase, “Benefit” e “ Living In The Past”, embora eu goste muito também dos esquecidos “Stormwatch”, de 1979, “Rock Island”, de 1989 e “Roots To Branches”, de 1995).
O Jethro Tull é uma banda de várias facetas e estilos, mas sempre teve muito a oferecer. Eu considero essa a primeira fase oficial (já que no primeiro LP a banda ainda não tinha estabelecido um estilo de fato original).
Em outras épocas da minha vida eu já fui mais fã de outras fases da banda, mas hoje é provável que a minha preferida seja justamente essa, a primeira, que eu chamo de “fase Folk-Rock”. Depois eles passaram por um período mais “progressivo” com “Aqualung”, “Thick As A Brick”, etc. e, no final dos anos 70, se tornaram ainda mais profundamente Folk, mas dessa vez com influências mais européias (em “Songs From The Wood” e “Heavy Horses”). Nos anos 80, como a grande maioria das grandes bandas, eles passaram por um período onde o rumo foi confuso e decadente, com discos pop meio eletrônicos e mais fracos até se reerguerem novamente a partir de “Crest Of A Knave” em 1987.
Considero esse “Stand Up” um album de Folk-Rock mais americanizado, digamos assim. Direto, mas sofisticado, onde as influências inglesas se mesclaram com as raízes americanas do Blues e do Jazz... tudo isso na linguagem do Rock, mas muito original pra época. E tudo na medida perfeita.
É um disco primoroso... desde a arte da capa (minha cópia em vinil é a primeira americana, da Reprise, com o pop-up no gatefold e tudo! \o/) até a qualidade das músicas, dos músicos e todo o conceito do trabalho. Aliás, essa capa (a do vinil, porque no CD, principalmente na versão remaster, toda a sofisticação do desenho e os detalhes foram liquidados) está entre as minhas preferidas de todos os tempos.
Não vou comentar as faixas porque o nosso colaborador André já se encarregou de fazer isso muito bem! Só tenho uma coisa a dizer: Quem não ouviu ainda ou não descobriu a beleza desse álbum, acho que tem que dar mais uma chance, pois está perdendo muito.
Minhas faixas preferidas: “Look Into The Sun”, “We Used To Know” e “Reason For Waiting”
Minha Nota: 5 cervejas
Curiosidades
O mandolin, ou bandolin (como é mais conhecido em português) é um instrumento de cordas nascido na Itália como uma evolução do alaúde.
A perfomance de Ian Anderson com o instrumento em "Fat Man" é um dos primeiros registros do bandolin no mundo do rock.
A perfomance de Ian Anderson com o instrumento em "Fat Man" é um dos primeiros registros do bandolin no mundo do rock.
Confira nesta gravação ao vivo feita em 1983
"Jeffrey Goes to Leicester Square", assim como em "A Song for Jeffrey" (do disco anterior), se refere a Jeffrey Hammond, antigo colega de escola de Ian Anderson, que também foi parceiro de banda antes da formação do Jethro Tull.
Jeffrey optou por não seguir no mundo na música para se dedicar a pintura, porém foi convencido por Ian Anderson a retornar para a musica, e consequentemente o baixo (instrumento que dominava), assumindo o posto de baixista do Jethro Tull em 1971.
Anos mais tarde, Jeffrey aposentou seu baixo voltando ao seu amor original, a pintura.
Anos mais tarde, Jeffrey aposentou seu baixo voltando ao seu amor original, a pintura.
Durante uma turne, a banda conheceu o escultor James Grashow e, tendo gostado do trabalho do artista, convidou este para que passasse alguns dias com a banda a fim de representa-los em madeira. O resultado do trabalho virou a arte de Stand Up, que inclui capa, contracapa e o famoso gate fold pop-up.
Nascido em Nova York em 1942, teve obras expostas em diversos museus norte americanos e também contribuiu com a arte do disco de 1971 dos Yardbirds, "Live Yardbirds: Featuring Jimmy Page".
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| James Grashow e sua obra |
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| Capa Stand Up |
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| Gate Fold Pop Up de Stand Up |
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| Capa de disco dos Yardbirds |
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| Obra de James Grashow |
Após o lançamento em 1969, Stand Up foi relançado em 1973. Em 1989 uma versão remasterizada foi lançada e posteriormente em 2001 ouve o re-lançamento em formato digital.
Finalmente em 2010 uma versão de luxo de Stand Up foi lançada, contendo 6 faixas adicionais, e dois discos extras (um contendo material ao vivo gravado em 1970)
Finalmente em 2010 uma versão de luxo de Stand Up foi lançada, contendo 6 faixas adicionais, e dois discos extras (um contendo material ao vivo gravado em 1970)
Uma destas 6 faixas adicionais é a fantástica e não muito lembrada "Driving Song", originalmente uma B-side de "Living in The Past"
Este vale a pena pra quem é fã. Documentário gravado na época do Stand Up
(infelizmente sem legendas em português)
(infelizmente sem legendas em português)











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