Colaboradores

André Milani

Nascido na cidade de São Paulo em 1988 (mesmo ano de Seventh Son of a Seventh Son, de uma certa banda britânica), começou a se interessar por música no final do Ensino Fundamental. Hoje é formado em Design de Interfaces Digitais com pós graduação em Publicidade e Marketing. Atua em negócio próprio no ramo de comércio varejista.
Apesar de ter entrado no mundo da música através do albúm "Conspiracy Of One" da banda californiana The Offspring (em meados de 2001) seu gosto músical foi aos poucos se distanciando do Punk Rock e do "Rock de rádio" da época e indo em direção ao Hard Rock e Heavy Metal. "O Guns n' Roses foi a minha porta de entrada para o bom rock n' roll e através dele eu descobri Deep Purple, Led Zeppelin e muitas outras". Hoje, além do Hard Rock e Heavy Metal é um bom apreciador de rock Progresivo, Jazz, Blues, Folk e derivados destes estilos.
Bandas favoritas: Iron Maiden,  Pink Floyd, Dio (e toda sua carreira) e Amon Amarth.

Rafael Valadares

Falar de Rafael Valadares Pinheiro, é algo difícil. Se pra ele próprio é difícil, imagina para as pessoas ao redor!!! Nascido em Vila Velha, um povoado em um distrito que não se sabe se faz parte do Nordeste ou Sudestede um certo país, em 1982, adorador da música do deabo (rock n roll) desde criança. Aos 10 anos já batia cabeça e fazia o sinal do chifre, influenciado pelo irmão mais velho, mas só ficava nisso. Ouvia desde Europe até Venom!!! Mas logo, se contentou em ouvir algo mais leve. Rock Clássico, Hard Rock e Heavy Metal, e durante sua vida, abrindo um leque maior para música clássica, blues e jazz. Rafael também é São paulino, técnico de informática e mecânica, e trabalha hoje, no ramo da informática mesmo. Mecânica, virou hobbie. Baba insanamente por cerveja boa, de qualidade e estupidamente gelada. É chato. Egocêntrico. Gosta mais do convívio com animais do que pessoas (Não pode ver em hipótese alguma o filme Marley e eu). Gostava de F1 até a morte do Ayrton Senna. Detesta política. Ama pizza. Ama Lasanha, e é tão gordo quanto o Garfield. Já falei que é chato??? Quer conhecer mais??? Leia sempre nossas resenhas e comentários no blog!! ENJOY! E seja bem vindo!!



Fabio Henrique Calderone



Nascido em Jundiaí e louco por música desde que se entende por gente, se interessou pelos discos do Sinatra e de orquestras dos seus tios e avós antes mesmo dos 2 anos de idade. Aos 3 ganhou um cavaquinho, que pensava ser um violão, e seu maior divertimento era imitar os primeiros ídolos Elvis Presley e Roberto Carlos, e passar longas horas ouvindo (e fazendo os familiares ouvirem) discos em uma “Sonatinha”.
    Descobriu o Rock aos 10 anos de idade, quando ouviu “Hair Of The Dog” (Nazareth) através do irmão mais velho de um amigo de infância. No ano seguinte, em 1983, sua vida mudou quando conheceu o Kiss, ganhou seu primeiro disco de Rock (“Creatures Of The Night”) e foi pêgo pela febre da primeira visita da banda ao Brasil. Logo depois, estimulado pelo Rock in Rio I, que acompanhou intensamente pela TV e revistas no início de 1985, descobriu o Queen e as bandas de Heavy Metal.
    Começou a colecionar discos e passou o restante dos anos 80 conhecendo e consumido as bandas dos anos 70. Nos anos 90, enquanto cursava faculdade de Engenharia em São Carlos, montou sua primeira banda, de Blues, onde cantava e tocava violão e gaita. O gosto por tocar na noite se intensificou e outros se seguiram: fez parte de bandas de Country-Rock e Rock’n’Roll, nos anos 2000, ao mesmo tempo que abria seus horizontes e estudava outros estilos como o Jazz, o Country, o Folk, a Bossa Nova, a MPB dos anos 60/70, e o Erudito.
    Em 2011 gravou seu primeiro CD solo, interpretando Stardards de Jazz, que foi produzido pelo renomado saxofonista Hector Costita e recebeu críticas positivas pela mídia especializada. Atualmente tem um projeto de Folk-Rock e continua pesquisando, estudando e palpitando sobre música... sempre.
- Ídolos Maiores (acima de qualquer suspeita): Frank Sinatra, Elvis Presley (fase pós-1968) e Bob Dylan.
- Bandas favoritas: Beatles, Queen, Kiss, Deep Purple (fase Coverdale-Hughes) e Lynyrd Skynyrd.
- Artistas favoritos: Eric Clapton, John Fogerty, Paul McCartney, John Fogerty e Alice Cooper.
- Principais Interesses Musicais: Rock anos 60/70, Folk-Rock, Country, Blues, Jazz Tradicional e Erudito (Impressionismo).


Ivison Poleto (mais conhecido por alguns como “Jesus”!)

 Nasci na terra da garoa e sempre me senti deslocado, pois da trinca samba, cachaça e futebol eu só gostava do futebol. A coisa piorou na adolescência quando conheci o rock/metal. Primeiro os culpados foram os Beatles, banda que admiro até hoje. Depois conheci os solos de guitarra do Queen e do Pink Floyd por meio das suas músicas mais conhecidas, We are the champions e Another brick on the wall, respectivamente. Quanto mais gostava e ia conhecendo outras bandas, mais o cabelo ia crescendo e menos integrado eu ficava. Em alguns momentos até tentei ter empregos usuais, mas o máximo que consegui foi o de professor. Era o único ao qual me adaptava e as pessoas se adaptavam a mim. Passava horas com os amigos ouvindo som. As melhores tardes da minha vida, após a escola e depois dela, foram escutando Led Zeppelin, Kiss, Saxon, Iron Maiden, Judas Priest, Scorpions e tantas outras. Namoradas só as virtuais, mas virtuais daquele tempo: só em sonho!!!
Fiz algumas tentativas como guitarrista, mas como só queria tocar Metal e som próprio a coisa ficava ainda mais difícil. Tive uma banda que durou de 1992 a 1994 e chegou a fazer alguns shows em locais-chave da cena paulistana da época: Aeroanta e Persona no Bexiga. Mas o sonho acabou, a realidade dura me acordou. Retornamos em 1999, ensaiamos muito, fizemos um show e paramos em 2000. Desta época sobram as lembranças dos vários shows roubadas e do show na praia na Barra do Una em Caraguatatuba. Posso dizer hoje com orgulho que toquei com o guitarrista do Kiara Rocks, o Anselmo. Algumas vezes me reúno com um velho amigo e passamos a tarde vendo shows do Kiss e tomando Coca-cola. A velha guitarra está parada no seu case, hibernando.

Atualmente me contento em continuar a ouvir muito Metal e alguma coisa de rock, blues e coisas dos anos 70. Passei a curtir sons que na época não me permitia como Slayer, Venom e ArchEnemy, das mais novas. Até conheci novos amores por bandas como Bad Company, Cirith Ungol e Avenged Sevenfold e passei por algumas vergonhas como alunos que conhecem bandas que eu ainda não havia sido apresentado como Lordy (muito boa por sinal!). Digo Até que fiquei menos radical, mas isso é relativo, para muitos continuo sendo radical e o pior, velho e rabugento. A minha grande alegria é ver meu filho ouvindo os mesmos sons que ouvia e indo comigo nos grandes shows como Kiss, Black Sabbath e, o primeiro dele, Twisted Sister em 2009 com nove anos.



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